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Destinos frescos: 4 destinos para fugir ao calor de agosto

Os destinos frescos são hoje uma escolha prática antes de ser uma questão de gosto: em agosto, em muitos destinos clássicos, o calor torna difícil fazer seja o que for entre as onze e as cinco. Eis quatro destinos que funcionam, e porque são também os mais fáceis de conseguir.

1. A serra no verão

A resposta mais óbvia e a mais subestimada. A mil e duzentos metros as noites são frescas, caminha-se o dia todo, e há muito mais casas do que se pensa, porque quem as tem usa-as no inverno: trocar a segunda casa.

2. As costas atlânticas

Bretanha, Normandia, norte de Espanha, norte de Portugal. Mar, vento, temperaturas amenas mesmo em agosto, e uma concorrência muito mais baixa do que nas costas mediterrânicas.

3. As capitais do norte da Europa

Em agosto estão no seu melhor: dias longos, temperaturas agradáveis, cidades vivas. São também das que fecham trocas mais facilmente no verão.

4. As albufeiras e as zonas do interior

Banhos ao ar livre sem a multidão da costa, e distâncias curtas de casa. É a escolha que funciona melhor quando há poucos dias.

Porque são também os mais fáceis

A procura de trocas concentra-se nas praias do sul em agosto. Mudar de categoria, e não só de quilómetros, reduz drasticamente a concorrência: é o mesmo princípio de troca de casa no inverno.

Como organizar

O calendário mês a mês está em planear as férias de verão, e o guia completo em troca de casas para férias.

Quatro tipos de destinos frescos

Quem procura destinos frescos em pleno verão tem quatro caminhos, muito diferentes entre si. A montanha acima dos mil metros, onde as noites continuam frias mesmo nas semanas mais quentes. As costas atlânticas, do norte de Portugal à Bretanha, ventosas e com água viva. Os lagos alpinos e os grandes lagos do norte da Europa. E, por fim, o hemisfério oposto, para quem tem tempo e orçamento para uma viagem longa.

O primeiro é o mais acessível numa troca: as casas de montanha são muitas vezes segundas habitações, portanto disponíveis também em datas que não coincidem com as dos proprietários.

Como se reconhece uma casa realmente fresca

A altitude não chega: a casa conta tanto como o lugar.

  • Exposição: norte e nascente ficam habitáveis à tarde, poente não.
  • Andar: o último piso, debaixo do telhado, é o mais quente de todo o edifício.
  • Paredes espessas de pedra, que acumulam o fresco da noite.
  • Portadas ou estores exteriores, muito mais eficazes do que qualquer cortina interior.
  • Árvores de grande porte à volta da casa, que baixam mesmo a temperatura sentida.
  • Possibilidade de corrente de ar entre dois lados opostos da habitação.

Viver bem o calor quando ele chega

Mesmo numa casa fresca, as ondas de calor devem ser geridas com método: fechar tudo das dez às dezanove, abrir a meio da noite e ao amanhecer, deslocar as atividades para a manhã cedo e para o fim da tarde, beber antes de ter sede e nunca deixar crianças ou idosos num carro parado.

As recomendações oficiais para enfrentar o calor extremo, com avisos diários, são publicadas pela Direção-Geral da Saúde e vale a pena consultá-las antes de partir em agosto.

A vantagem da troca em agosto

Agosto é o mês em que a diferença de preço entre troca e arrendamento atinge o máximo: uma casa na serra ou numa costa atlântica nas semanas centrais custa valores que desencorajam qualquer família. Com uma troca, essas mesmas duas semanas têm custo de alojamento zero.

É também o período em que a reciprocidade funciona melhor: quem vive na cidade procura desesperadamente o fresco, e quem vive na serra ou junto ao mar deseja muitas vezes uma cidade. Os destinos frescos são, nesse sentido, a situação ideal para uma troca bem conseguida.

O passo seguinte

Se procura sobretudo a poupança, os destinos mais sólidos estão em destinos baratos.

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